Quando morre uma escola, morrem também as suas ideias, no entanto, sua memória permanece em cada ser que por ela passou.
O que se lamenta nessa situação é a perda de transformação que o estabelecimento escolar tem, sem ela, consequentemente, os problemas surgirão sem controle, sem limite e a sociedade sai perdendo com isso.
Os jovens que poderiam consertar os erros, encontrar caminhos, vivenciar o mundo ficam desorientados, só o ambiente escolar é capaz de transformá-los.
E se morre uma escola, abrem-se mais cadeias, prisões e penitenciárias, infelizmente, o mundo perde, e a sociedade sofre as consequências.
sábado, 24 de março de 2012
domingo, 11 de março de 2012
CHUVA
Esse final de semana está chuvoso... as nuvens decidiram chorar ... e muito... Quando chove, meus amigos, lembro-me do sertão... não pelo excesso de chuva, mas pela escassez dela, e... também, porque meu primeiro poema tem uma relação intensa com esse fenômeno natural. Há trinta anos, eu escrevia o meu primeiro poema. Ele faz parte do meu primeiro projeto de poesia: "Retalhos de minh'alma".
CHUVA
Chuva que cai
chuva que molha
chuva que sai
pelo mundo afora.
Chuva maldita
chuva senhora
chuva que habita
o momento e a hora.
Chuva que passa
chuva que atormenta
chuva que arrasa
o coração que pensa.
Chuva com sol
chuva com lua
chuva que em prol
lava a minha rua
Chuva que é dor
chuva que é paixão
chuva que não é amor
Mas sim, a solidão.
CHUVA
Chuva que cai
chuva que molha
chuva que sai
pelo mundo afora.
Chuva maldita
chuva senhora
chuva que habita
o momento e a hora.
Chuva que passa
chuva que atormenta
chuva que arrasa
o coração que pensa.
Chuva com sol
chuva com lua
chuva que em prol
lava a minha rua
Chuva que é dor
chuva que é paixão
chuva que não é amor
Mas sim, a solidão.
sábado, 25 de fevereiro de 2012
PAIXÃO
A PAIXÃO
A paixão é como um laço
segue os traços de um riacho
Quanto mais o tempo passa
Mas ela atormenta.
Pobre de quem se apaixona
Que vive sofrendo por amor
porque até se esquece que existe
para entregar-se a essa dor.
Mas a paixão é uma dor gostosa
Que a chama devora
A alma e os pensamentos,
se for passageira vence o tormento.
domingo, 19 de fevereiro de 2012
CARNAVAL
Eu me lembro quando era pequeno, deliciando-me com os primeiros raios de sol... Tempos que não voltam mais!? Fico com saudade das primeiras primaveras e na minha concepção romântica, eu me perco nas recordações: caçar passarinho, jogar na chuva com bola de meia, tomar banho de rio, coisas da meninice do interior... E uma delas, ir para o salão nas noites de Carnaval, garoto ainda, encontrando as minhas primeiras paixões, pulava bastante e namorava com a primeira princesa que surgisse no reino de momo. Coisas que se perderam no passado e hoje já não existem mais, só nas minhas lembranças!!!!!
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
SEU BEIJO
SEU BEIJO
Ainda hoje guardo o gosto do seu beijo...
Calmo, mas ardente
De profunda paixão.
Ainda hoje lembro o gosto do seu beijo...
Que me fez envolvente
. E cheio de tesão.
Gosto de lembrar-me do seu beijo...
Calmo, mas soberbo,
Que me dominou por inteiro.
Gostei do seu beijo
Que me deixou assim:
Alucinado e apaixonado
Por isso é que ele
Para sempre permanecerá em mim.
Esse poema faz parte do meu projeto 'ANJOS SEM ASAS'. É uma reunião de poemas sensuais, Muitos amigos já me pediram para editá-los em livro. Estou pensando.
domingo, 5 de fevereiro de 2012
UM HOMEM APAIXONADO
Certa vez, eu me perdi em teu olhar...
Verde como a esmeralda.
Pensei que ele me trouxesse esperança.
Ledo engano o meu,
Porque o verde do teu olhar
Trouxe-me desesperança
Uma penosa herança
De sofrimento.
Só venci esse tormento
Quando me refugiei
Num olhar brilhante
Como uma noite estrelada...
Esse refúgio amado
É que me transformou
Num homem apaixonado.
Esse poema eu escrevi em homenagem a um nobre amigo que pensou ter se apaixonado pela pessoa errada, mas o destino lhe mostrou o caminho da verdadeira paixão. Deveras, ele é um homem feliz hoje.
Verde como a esmeralda.
Pensei que ele me trouxesse esperança.
Ledo engano o meu,
Porque o verde do teu olhar
Trouxe-me desesperança
Uma penosa herança
De sofrimento.
Só venci esse tormento
Quando me refugiei
Num olhar brilhante
Como uma noite estrelada...
Esse refúgio amado
É que me transformou
Num homem apaixonado.
Esse poema eu escrevi em homenagem a um nobre amigo que pensou ter se apaixonado pela pessoa errada, mas o destino lhe mostrou o caminho da verdadeira paixão. Deveras, ele é um homem feliz hoje.
SOL E LUA
Como a Lua queria o Sol, mas seu querer tão impossível lhe queimou as ideias...
O Sol também desejava a Lua, porém o seu desejo tão caloroso queimou suas vontades...
Esse foi o dilema entre o Sol e a Lua que se amavam e nunca estiveram juntos!
Algumas vezes se aproximaram, todavia havia um empecilho:
O brilho do Sol que refletia tão fortemente na Lua lhe tirava a realeza
E toda a sua beleza ficava ofuscada pela grandeza do Sol.
Assim é o que vivemos, porque me sinto Sol, enquanto tu és lua
E... essa é a nossa história de amor.
O Sol também desejava a Lua, porém o seu desejo tão caloroso queimou suas vontades...
Esse foi o dilema entre o Sol e a Lua que se amavam e nunca estiveram juntos!
Algumas vezes se aproximaram, todavia havia um empecilho:
O brilho do Sol que refletia tão fortemente na Lua lhe tirava a realeza
E toda a sua beleza ficava ofuscada pela grandeza do Sol.
Assim é o que vivemos, porque me sinto Sol, enquanto tu és lua
E... essa é a nossa história de amor.
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