Obrigado a todos.
Este BLOG já ultrapassou mais de duas mil visualizações...
Obrigado...
Até porque "poesia" não é para qualquer um...
Por isso é que fico agradecido
Por saber que todos que aqui visualizaram os meus poemas
Gostam de "poesia" .
Sem propaganda, sem divulgação,
Há pouco mais de um ano, ele sobrevive.
E continuará existindo enquanto Deus me iluminar
Com a dádiva de escrever, poetizar e desenhar.
Meu muito obrigado a todos.
DELCIMAR MEDEIROS
segunda-feira, 8 de abril de 2013
quinta-feira, 14 de março de 2013
A POESIA...
Hoje é especial por ser o dia da POESIA. Martelei os miolos, mas consegui compor algo especial para aquilo que corre em minhas veias, deposita-se em meu coração e há muito se instalou em meu coração.
A POESIA...
A POESIA...
Distante do mundo e perto
dos sonhos,
Os meus dedos tocam as
teclas da parafernália,
E as palavras surgem como
flores encantadas...
Percorro os caminhos da
alma calmamente.
Em meu aconchego, voo sereno
na palidez da fantasia,
Pois meus castelos de areia
são imagens da alegria...
São desejos sagrados que
se eternizam
No que componho com o
coração,
Na arte que chora, ri e
felicita,
Porque retrata o reflexo
do poeta
Que faz do sentimento
Um lema, um ideal de
vida.
sábado, 9 de março de 2013
CRÔNICA COR DE ROSA CHOQUE
Muitas são as respostas para a seguinte indagação: o que comemorar num dia tão especial?
Na comemoração de uma data assim, eu me sinto tal qual um jardineiro num magnífico jardim, onde as mulheres são as flores.
Se não existisse a mulher o mundo não teria a cor , assim como o seu brilho radiante e os vários cheiros que povoam as nossas mentes masculinas. Nisso tudo, o principal é a beleza da alma feminina.
Sempre tive apego às mulheres, fossem elas, assim representadas pelo amor de avó, de mãe, de tia, de irmã, de filha e, principalmente, da minha companheira.
Elas foram, são e serão sempre fonte de minha inspiração. A todo momento, eu as vejo como flor, no brilho da lua e nas espumas que cobrem a areia da praia nas manhãs de ressaca.
Regozijo-me por ser poeta e fazer da minha poesia a razão para enaltecer a grandeza da mulher.
Essa crônica é uma homenagem minha ao dia internacional da mulher.
Na comemoração de uma data assim, eu me sinto tal qual um jardineiro num magnífico jardim, onde as mulheres são as flores.
Se não existisse a mulher o mundo não teria a cor , assim como o seu brilho radiante e os vários cheiros que povoam as nossas mentes masculinas. Nisso tudo, o principal é a beleza da alma feminina.
Sempre tive apego às mulheres, fossem elas, assim representadas pelo amor de avó, de mãe, de tia, de irmã, de filha e, principalmente, da minha companheira.
Elas foram, são e serão sempre fonte de minha inspiração. A todo momento, eu as vejo como flor, no brilho da lua e nas espumas que cobrem a areia da praia nas manhãs de ressaca.
Regozijo-me por ser poeta e fazer da minha poesia a razão para enaltecer a grandeza da mulher.
Essa crônica é uma homenagem minha ao dia internacional da mulher.
sexta-feira, 1 de março de 2013
É preciso saber torcer as dores e jogá-las fora.
Uma dose de alegria tempera o momento ou uma outra situação dramática...
Cada flor que é dada com amor não falha
E se cria na alma uma sensação de felicidade...
Como num belo dia de primavera, os aromas povoam o ar
Numa magia eterna
E abre espaço para um romance
e... surge o amor
Idealizado,
Disfarçado,
Querido...
Para permanecer em nós
Para sempre.
Uma dose de alegria tempera o momento ou uma outra situação dramática...
Cada flor que é dada com amor não falha
E se cria na alma uma sensação de felicidade...
Como num belo dia de primavera, os aromas povoam o ar
Numa magia eterna
E abre espaço para um romance
e... surge o amor
Idealizado,
Disfarçado,
Querido...
Para permanecer em nós
Para sempre.
sábado, 16 de fevereiro de 2013
NO SILÊNCIO
É no silêncio
Que eu me sossego nos labirintos
E pinto as delícias do tempo...
É no silêncio
Que eu venço os desvarios
E canto as tristezas das luas apaixonadas...
É no silêncio
Que eu me entrego aos devaneios
E apago as angústias nas madrugadas frias...
É só no silêncio que silencio a alma
E me encontro por inteiro.
Que eu me sossego nos labirintos
E pinto as delícias do tempo...
É no silêncio
Que eu venço os desvarios
E canto as tristezas das luas apaixonadas...
É no silêncio
Que eu me entrego aos devaneios
E apago as angústias nas madrugadas frias...
É só no silêncio que silencio a alma
E me encontro por inteiro.
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
O POVO GUERREIRO
Povo
guerreiro
Negras
ideias, suspensas nas velhas teias,
Magros
sentimentos, cujos pensamentos se perderam no passado.
Pesa
o sofrimento dos homens...
Poucas
coisas, fracas e ultrapassadas,
Na
multidão de pessoas arrastadas,
Em tristeza
e mágoa vãs!
E
anda uma horda irônica, indecente...
Como
deuses falidos da máquina capitalista
Nesse
deserto de amor e fraternidade..
Se o
rei fraqueja, o reino se arruína...
Ouvem-se
lamúrias... o grito de dor ecoa no infinito.
E
reclamam apenas...
Presas
estão a esperança e as vontades
Dessa
população que busca faminta a glória,
E
chora, canta e dança sei saber de que...
de
medo delira, enlouquece...
Nas
adversidades embrutece,
Canta,
dança e ri!
Mesmo
assim luta,
E se
desdobra,
Com
Deus, no céu e no mar.
domingo, 13 de janeiro de 2013
MUITOS JANEIROS...
Esse poema faz parte do Projeto RETALHOS DE MINH´ALMA.
MUITOS JANEIROS...
Muitos JANEIROS se passaram nesses tempos de marasmos,
Sem as brisas fortes de outrora entre nevoeiros densos...
As árvores já não crescem, os frutos não mais amadurecem,
Já que jorram lágrimas feito rios na esperança que foge do perigo.
Amanhecem os JANEIROS sem o brilho escaldante do verão,
Sem o vento seco que arrasta as folhas secas no meio do caminho,
Enquanto a chuva escassa dá ares de nobreza!
Janeiro não é mais o mesmo dos muitos JANEIROS que já passaram
entre tantas lembranças aprisionadas na mente de um poeta...
Porque o tempo passa assim como os muitos JANEIROS.
MUITOS JANEIROS...
Muitos JANEIROS se passaram nesses tempos de marasmos,
Sem as brisas fortes de outrora entre nevoeiros densos...
As árvores já não crescem, os frutos não mais amadurecem,
Já que jorram lágrimas feito rios na esperança que foge do perigo.
Amanhecem os JANEIROS sem o brilho escaldante do verão,
Sem o vento seco que arrasta as folhas secas no meio do caminho,
Enquanto a chuva escassa dá ares de nobreza!
Janeiro não é mais o mesmo dos muitos JANEIROS que já passaram
entre tantas lembranças aprisionadas na mente de um poeta...
Porque o tempo passa assim como os muitos JANEIROS.
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